Home / Tudo / Apartamento de Min Hee-jin em Seul é bloqueado

Apartamento de Min Hee-jin em Seul é bloqueado

Min Hee Jin

Um novo capítulo se desenrola no turbulento embate entre Min Hee-jin, ex-CEO da ADOR, e a HYBE.

Desta vez, um luxuoso apartamento em Yongsan, Seul, de propriedade da executiva, foi alvo de um bloqueio judicial. A medida, que visa garantir o pagamento de cerca de R$ 2 milhões em compensações, levanta novas questões sobre o futuro e as finanças envolvidas nesse drama.

O Bloqueio do Imóvel em Yongsan

O Tribunal do Distrito Oeste de Seul determinou o bloqueio provisório do apartamento de Min Hee-jin como forma de assegurar o ressarcimento de valores. Essa decisão, datada de 23 de dezembro de 2025, surge em decorrência de um incidente ocorrido durante a gestão de Min Hee-jin como CEO da ADOR. Um ex-líder de equipe de estilismo teria recebido pagamentos de um anunciante externo e os retido pessoalmente. A Receita Federal classificou esses valores como receita da ADOR, resultando em impostos adicionais para a empresa. A ADOR argumentou que Min Hee-jin deveria ser responsabilizada pelas perdas, e o tribunal concordou.

Um Histórico de Bloqueios Judiciais

Esta não é a primeira vez que propriedades de Min Hee-jin são alvo de medidas judiciais. Em novembro de 2024, um ex-funcionário da ADOR obteve um bloqueio de R$ 400 mil em um imóvel dela em Mapo-gu. O apartamento agora bloqueado em Yongsan foi adquirido por ela em 2019 por aproximadamente R$ 6,6 milhões, e a hipoteca foi quitada em 2020. A situação financeira e as responsabilidades legais de Min Hee-jin continuam sob escrutínio.

Disputas Contratuais e o Futuro do NewJeans

Paralelamente a essas questões financeiras, as disputas contratuais envolvendo o grupo NewJeans também seguem em andamento. Após a remoção de Min Hee-jin, membros do grupo chegaram a exigir seu retorno, mas a situação escalou para alegações de quebra de contrato. A ADOR, por sua vez, entrou com um processo para confirmar a validade dos contratos e obteve uma liminar para impedir atividades independentes das integrantes. Recentemente, a ADOR moveu uma ação de R$ 172 milhões contra a ex-membro Danielle e Min Hee-jin, atribuindo a elas responsabilidade pela saída de Danielle e pelo atraso no retorno do grupo.

Fique atento ao Doramazine para mais atualizações sobre este caso que mexe com o mundo do K-pop!

Em breve mais notícias.
Redação Doramazine
Fonte e Imagem: Kbizoom

Marcado:

Deixe um Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

O conteúdo deste artigo é de responsabilidade exclusiva do autor.