KEMA pede investigação contra Min Hee Jin e NewJeans, …
Associação de gestão de entretenimento coreana levanta sérias acusações de manipulação de contratos e pede expulsão da CEO da ADOR do setor.
O mundo do K-pop está em polvorosa com novas alegações que podem abalar os alicerces da indústria.
A Korea Entertainment Management Association (KEMA) se pronunciou oficialmente sobre o caso envolvendo a girl group NewJeans e sua ex-CEO, Min Hee Jin, pedindo uma investigação rigorosa e medidas drásticas.
Suspeitas de Manipulação e Contratos
A KEMA expressou profunda preocupação com as denúncias de que Min Hee Jin teria orquestrado a declaração de término de contrato das integrantes do NewJeans.
Relatos indicam que ela teria redigido roteiros para as membros e preparado materiais de defesa, configurando um caso clássico de manipulação, uma prática ilegal recorrente no setor.
A associação enfatiza que não se trata de uma disputa privada, mas de um assunto com implicações para todo o ecossistema do K-pop.
Encontros Secretos e Direitos dos Artistas
Adicionalmente, surgiram informações de que Min Hee Jin teria se reunido com executivos estrangeiros durante o período em que o contrato do NewJeans com a ADOR ainda estava em vigor.
Essas reuniões, supostamente focadas em futuras atividades e investimentos, levantam sérias questões sobre a mobilização das artistas sem a devida base contratual, o que poderia configurar uma grave violação de seus direitos e interesses pessoais.
A KEMA exige esclarecimentos sobre quem representou o grupo nessas discussões.
Apelo por Integridade e Expulsão
A associação pede que a HYBE não minimize o caso como um conflito pessoal ou financeiro, alertando que uma resolução superficial pode desestabilizar a confiança e a ordem contratual em toda a indústria.
A KEMA defende veementemente a erradicação da prática de “tampering” (interferência de terceiros em contratos exclusivos) e sugere que figuras da indústria comprovadamente envolvidas em tais atos sejam permanentemente banidas do setor.
A entidade reforça que a questão transcende o âmbito legal, sendo crucial para a sustentabilidade do K-pop e da indústria cultural coreana.
Enquanto a batalha legal entre HYBE e Min Hee Jin continua, a postura da KEMA eleva a pressão institucional e destaca as potenciais consequências duradouras desta controvérsia para a estrutura do K-pop.
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Em breve mais notícias!!
Redação Doramazine
Fonte e Imagem: Kbizoom
